QUADRO GERAL DE NORÍCIAS DO DIA
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COMISSÃO DE
ANISTIA 09/12/08 O Globo
noticia que a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça aprovará amanhã, Operação
Condor Em
artigo no Correio, o
ex-ministro Jarbas Passarinho trata da ditadura militar, louva a manutenção
das eleições parlamentares durante o regime e admite a derrota da Arena nas
eleições de 1974, fato negado repetidamente na época – em cadeia de
rádio e televisão - pelo governo de plantão. A derrota no Senado deu origem,
posteriormente aos senadores biônicos, questão ignorada pelo ex-ministro, que
se atém a relatar a criação da Lei Falcão, outra conseqüência da derrota da
Arena, que proibiu que os candidatos a vagas parlamentares falassem durante a
propaganda eleitoral. Segundo ele, a Lei Falcão protegia os candidatos
contra a parcialidade do dirigente partidário. No mesmo artigo, Passarinho
afirma que nunca ouviu falar da Operação Condor, quando senador ou ministro,
só tendo acesso a relatos sobre a mesma depois de 1994. Ele também comenta o
livro “O seqüestro dos gaúchos”, do jornalista Luiz Paulo Cunha,
que atribuiu ao ex-governador Sinval Guazelli a
autoria do texto da Lei Falcão e ressalta que o ex-ministro Paulo Brossard
nega qualquer interferência de Guazelli na
elaboração da lei. Punição
a torturadores Folha
informa que o procurador do Tribunal Penal Internacional (TPI), Luis Moreno-Ocampo, disse ontem que os países sul-americanos
que julgam os torturadores das ditaduras militares estão em situação melhor
no campo dos direitos humanos daqueles que não o fazem. Ele fez a afirmação
em Paris ao ser indagado pela Folha sobre o debate no Brasil sobre o alcance
da Lei da Anistia e as prisões de militares no Chile e na Argentina. Apesar
disso, ele afirmou que o TPI não pode julgar acusados de
tortura no Brasil porque não tem jurisdição para tratar de crimes pré-2002, quando a corte foi instalada. Mas elogiou um
trabalho acadêmico que comparou nações sul-americanas e concluiu que
"onde há procedimento judicial, a situação [de direitos humanos] é muito
melhor": "Não posso intervir, mas os países que puniram estão
melhores". AI-5 Nota
na Folha registra que o
ministro Tarso Genro disse que
o AI-5 foi um momento triste da história e defendeu que se ponha fim ao que
chamou de "mito" de que o ato e a ditadura militar tiveram somente
as Forças Armadas como responsáveis. "É claro que as Forças Armadas
tiveram um papel fundamental. Mas o AI- |