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Tom
mais sóbrio sobre 1964 |
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Brasília,
01 de abril de 2011. Diferentemente de outros anos, em que os militares celebravam o 31 de março como conquista, desta vez a nota emitida às Forças Armadas teve tintas menos carregadas em relação ao golpe que propiciou a ditadura
O 31 de março, data
em que os militares comemoravam o golpe que derrubou o ex-presidente João
Goulart, deixou de ter tanta relevância e está para perder defensores. O
Clube Militar, que servia como porta-voz dos militares insatisfeitos,
divulgou nota mais amena na comparação com anos anteriores, talvez retrato de o país ter hoje, no comando do Planalto, uma
ex-militante torturada nos porões da ditadura. No comunicado, a entidade não
fala de revanchismos nem do atual governo, apenas cita a
“baderna” que teria conduzido ao golpe de 1964. Além do texto
mais brando, o Comando do Exército passa para a reserva nos próximos dias
três generais que causaram polêmicas com declarações, algumas delas
referentes à data. |